Desde então, está proibida a prisão preventiva de
acusados de crimes com penas de até quatro anos, como o de formação de
quadrilha. Essa nova lei permitiu também a adoção de medidas alternativas à
detenção, como o monitoramento eletrônico com tornozeleira e a proibição de
sair do município. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Em 2010, quando ainda vigorava a norma antiga, a PF fez
270 operações que resultaram em 2.734 prisões. No ano passado, apesar de o
número de operações ter subido para 287, a quantidade de prisões caiu para
1.660. Prisões temporárias ou preventivas são pedidas ao Poder Judiciário pelas
polícias ou pelo Ministério Público quando julgam que os suspeitos podem fugir
ou atrapalhar as investigações. Na avaliação interna da Polícia Federal, segundo sua assessoria, a redução das prisões é produto do uso das medidas alternativas.
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