Macapá, Porto Alegre e Natal são as capitais com mais obesos no País
A obesidade e o excesso de peso são
problemas em todas as capitais do País, registrando percentuais acima de 12%.
As capitais que lideram o ranking das populações obesas, no entanto, são
Macapá, com 21,4%; Porto Alegre, com 19,6%; Natal, com 18,5%; Fortaleza, com
18,4%; e Campo Grande, com 18,1%. Os dados são da pesquisa de Vigilância de
Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico
(Vigitel) de 2011, do Ministério da Saúde, divulgados este ano.
Os percentuais de obesidade registrados
no Rio de Janeiro são 16,5%, em São Paulo, de 15,5%; no Distrito Federal, 15%;
e em Belo Horizonte, 14,2%.
A obesidade é considerada uma doença
crônica, caracterizada pelo excesso de gordura corporal, que provoca danos à
saúde da pessoa. Há uma diferença entre obesidade e excesso de peso. O que
difere uma situação de outra é o Índice de Massa Corporal (IMC).
O IMC normal vai de 18,5 a 24,9. É
considerado sobrepeso o índice superior a 25, já os obesos tem IMC acima de 30.
Especialistas advertem que o IMC não pode ser utilizado para avaliar crianças
com menos de 5 anos. No caso delas, o ministério usa o "cartão
criança" com acompanhamento nos postos de saúde que avaliam a altura, o
peso e a idade.
O estudo do Ministério da Saúde sobre
obesidade mostra que há capitais que registram percentuais de obesidade
menores, embora todos os números girem em torno de 12%. As capitais que
apresentaram os menores percentuais estão Teresina com 12,8%, São Luís com
12,9%, Boa Vista com 13%, Belém com 13,2% e Goiânia com 13,3%.
De acordo com especialistas, não há
peso ideal, pois o valor depende de cada indivíduo e fatores diversos, como
idade, sexo, altura e estrutura física.

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